A príncipio cada um cuida de si próprio, e aceitamos manter na nossa vida algumas pessoas, algumas delas nos surpreendem de maneira grandiosa, por gostar tanto de nós que não sabem como agir, não sabem como definir esse sentimento, nos ajudando a andar, essas nem sempre são lembradas a todo momento, mas quando estamos sozinhos agradecemos por ter as mesmas do nosso lado.
Há aquelas que não esquecemos, são companheiras, mas que escondem fatos, não são completamente verdadeiras nem consigo, e te afastam pela escolha de momentos, não sei bem definir, mas essas são carregadas de fatos negados, mas acabaram vivendo o que sempre surge como resposta um não, e enganam aos que estão perto e a si, não conseguem ser claras o suficiente, usam de seu dom para confundir ao invés de esclarecer e melhorar as situações.
Há aquelas que nem se pronuncia o nome ( assiti todos os filmes do Harry Potter, aquele ao qual não se deve dizer o nome), falta grave de discernimento, apropriação indevidas de histórias alheis, que mantem para contar pois sua própria vida é vazia e sem sentindo, ao invés de buscar sua realização, busca extrair as enegias de quem está sempre em renovação.
Pois bem, com isso tudo, chega o ponto de me perguntar:
Devemos andar sozinhos ou acompanhados? Ser agradável sempre resulta em algo que pode ser bom ao doador? Planos mirabolantes devem ser seguidos ou ter seu objetivo e egoísta para proceguir?
Muitas coisas me deixam na dúvida, fico desnimado e triste quando vej que a situação não é reciproca, e enquanto doa-se, não consegue arrancar nem um sorriso de volta.
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